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18/08/2017

Palestra desafia indústria gráfica a se reinventar

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Diante de um Salão de Convenções lotado, o professor universitário e coach executivo Anacleto Ortigara fez os cerca de 200 empresários, gestores e convidados do Sindigraf-RS e da Abigraf-RS repensarem os rumos que estão dando à sua vida e ao seu negócio gráfico. A palestra Novas Competências para o sucesso, apresentada na noite desta quinta-feira (17/08), ocorreu na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, dentro da programação de lançamento do livro alusivo aos 75 anos do Sindigraf-RS e dos 50 anos da Abigraf-RS.

Segundo Ortigara, a busca de objetivos claros e executáveis a longo prazo representa um dos pressupostos fundamentais à inovação ampliada. “É importante se reinventar sempre. Olhe para fora e você verá oportunidade”, ensina. Ele cita que, antes de executar qualquer tipo de mudança na gráfica, é preciso modificar quem está à frente do negócio. “Sair do lugar em que se está exige renúncia, deixando de lado o estado de conforto. Você pode participar da crise ou viver dentro dela. Não espere a casa cair, renove-se”.  Praticar a autogestão, conforme o especialista, é o ponto de partida para definir projetos, alocar recursos, trabalhar o seu estado emocional e reconhecer e viver valores pessoais. “Ter sucesso é fazer trocas. Mantenha-se motivado para aprender, empreender e inovar”, orienta.

O proprietário da gráfica Zuanazzi, de Ijuí, Vorlei Zuanazzi, foi um dos participantes que agradeceu a indicação do presidente das entidades, Angelo Garbarski. “Valeu muito a pena. Foi uma palestra espetacular, que vai além do negócio, fazendo repensar a vida na prática”, elogia o empresário. Acostumado a prestigiar os eventos do sindicato na sua região, ele percorreu 430 km para acompanhar a capacitação, junto com a esposa, Lúcia Zuanazzi. Para o proprietário da gráfica RCA, de Novo Hamburgo, Roger Arnecke, a iniciativa foi muito importante. “Me identifiquei com a forma de buscar e traçar objetivos de forma palpável e não sonhadora. A diferença está em fazer e não só em falar”.